Artigos publicados na página 2 da Folha de São Paulo desde 2001, quando reinciei a mesma coluna que havia escrito no mesmo jornal em 1998, até hoje. Representam uma antevisão do nosso destino nacional, do destino que escolheremos, não daquele que nos foi imposto pelas forças internas e externas a que nos submetemos. Numa democracia a profecia fala mais alto do que a memória e as pessoas descobrem que suas raízes deitam no futuro mais do que no passado.
Um artigo de 16 julho de 2000 a respeito do meu engajamento na pré-campanha da eleicão de prefeito de São Paulo em 2000.
Dois artigos da minha série anterior na Folha de São Paulo, de 1998. Dizem o que sinto, não o que devo dizer.